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Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2005
Passividade
Ontem fui a um comício. Pois é verdade, fui ao comício do Bloco de Esquerda no Barreiro. As minhas tendências políticas não são segredo para ninguém (nem entendo que alguma vez o devam ser em circunstância alguma) pelo que decerto não consistirá tal facto uma grande surpresa para voçês. O que pode constituir surpresa é o facto de num comício do BE, partido jovem e de juventude, não estarem mais de uma dúzia de pessoas com menos de 35 anos. Lá estava a geração dos nossos país e até dos nossos avós. Muita gente sim senhor, mas onde estão os jovens?
Onde está a geração de Abril? E a geração subsequente? Provavelmente aninhados por um qualquer aconchego de sofá após mais uma miserável exibição da nossa Selecção Nacional. Talvez afundados num delírio fantasista de uma jogatina na Playstation. Talvez a beber café e/ou umas cervejolas com uns amigos. Onde estão os inevitáveis contestatários universitários?
A apatia das novas gerações terá repercussões a médio e longo prazo. E somos nós que vamos pagar a factura. O desinteresse pela participação política é uma realidade incontornável. Cabe a cada um de nós alterar o status quo que se vem instalando com um à vontade descabido e impróprio de um país democrártico que ainda há uns escassos 30 anos lutava contra a ditadura.
Nas próximas eleições vão votar. Votem em consciência, votem em branco, votem nulo...mas votem. Porque um dia poderão querer votar e será tarde de mais.


publicado por tonymorgadinho às 10:50
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6 comentários:
De Anónimo a 16 de Fevereiro de 2005 às 14:39
MR ZZZ : Bin Laden não passa assim de um fantoche criado por interesses sauditas, paquistaneses e americanos RESPOSTA : NÃO SABES DO QUE ESTÁS A FALAR, E ATÉ te digo, que pouca gente sabe ... Para saberes do que estás a falar, por exemplo, tinhas que saber o Corão ... como eu sei . OK ? E sim, o bush faz muito bem em atacar essa cambada ( não os civis, coitados ) , desses gajos terroristas., E nem gosto do bush, mas ... que se dane .. Quem conhecer verdadeiramente o bin laden e a cultura dele ( sabem porque é que todos os raptados são decapitados ??? antes de me responderem, respondam a isto, ok ? ) percebe que mesmo por outros motivos, o bush até faz bem .. Ele se calhar, nem sabe isso .. mas isso é outra história. // para o bloguista .. epá, esse de o BE ser o partido dos jovens, não tem nexo. Pelo menos, não é dos jovens do sexo masculino, nem das crianças . se é a favor do aborto, e diz que os fetos ( crianças ) são da mãe ( o pai, é um idiota dador de esperma ? ) , é quanto muito, DAS jovens do sexo feminino. Isto é lógico, mas sem que vais dizer que não, ehee .. Afinal, a política pouco tem a ver com lógica, e em Portugal, NEM HÁ POLÍTICA, HA SIM PARTIDARITE PURA .. E o aborto, nada tem a ver com ciência , que prova que os fetos - 1 são crianças 2- sao de pai e mãe, obviamente .. até os putos, sabem que tem Pai e Mãe, ehehe,. zzzzzzzzzzzzz
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(mailto:zz@mail.pt)


De Anónimo a 15 de Fevereiro de 2005 às 13:57
Ps: e essa merda do copy paste tem de acabar. LOLtonymorgadinho
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(mailto:chupam@s.todos)


De Anónimo a 15 de Fevereiro de 2005 às 13:57
Então deixa-te ficar entregue aos bichos. Só quem exerce o seu direito de voto, só quem tem coragem de arriscar pelos ideais em que acredita é que tem legitimidade para levantar a voz quando algo vai mal.tonymorgadinho
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(mailto:chupam@s.todos)


De Anónimo a 15 de Fevereiro de 2005 às 02:12
Meus caros camaradas ... bom dia ... vamos dissertar sobre o tema politica ... vamos nessa ... sabem a origem da palavra ? Politica define-se numa só palavra ... Poder ... e o que é isso ... aqui vos deixo um exemplo pungente :
Com a já habitual tendência autista americana, responsável pela sua política externa – que alterna entre a fuga ascensional (Guerra das Estrelas, Escudo Anti-míssil, etc.) e a defesa medicalizada dos seus interesses económicos a curto e médio prazo (Guerras Cirúrgicas) - o espectacular e lumínico governo norte-americano tem vindo a criar um ícone a quem uns atribuem toda a negatividade do monstruoso ataque terrorista de 11 de Setembro e outros toda a heroicidade do resistente islâmico. E assim nascem os “maus”, os “demoníacos” e simultaneamente os “mártires” e os “heróis”.

Bin Laden só surge como “Herói Islâmico”, quando os EUA lhe concedem a “honra” e a fama de ser o “Principal Inimigo do Ocidente”. Espanta-me de sobremaneira a superficialidade com que este assunto tem vindo a ser tratado, como se, com o sacrifício das milhares de vítimas do WTC, o ocidente pudesse realizar a catarse e a expiação da sua própria culpa, como se um gládio divino tivesse separado o passado do presente fazendo esquecer tanto a própria história desse “menino rico saudita”, como a história do “fosso e do abismo” que tem vindo a separar cada vez mais os países ditos desenvolvidos dos países ditos subdesenvolvidos. Espanta-me ainda que seres a quem foi dado o privilégio de poderem estudar, de puderem disseminar o seu saber, sofram agora de um processo tóxico, digno de um estudo psicanalítico, que eliminou toda a capacidade de memória e reflexão.

Neste sentido, e sem querer cair em maniqueísmos sempre demasiado superficiais, penso que seria importante falar da história desse “menino rico saudita” que hoje assume, sem qualquer mérito pessoal, a causa dita “fundamentalista islâmica” e/ou “terrorista”.

Em 1979, no mesmo Afeganistão mas já perto do final da “Guerra-fria”, uma tentativa de golpe militar levada a cabo por grupos islâmicos força o então governo afegão laico a pedir auxílio militar directo aos seus aliados, a União Soviética. É então que se dá a invasão do Afeganistão pelo poderia militar soviético. Todos os juízos de valor sobre a intervenção militar soviética devem ter em conta, o patrocínio americano, inglês, francês, saudita e paquistanês dos diversos “grupos rebeldes”, fruto de uma “Guerra Fria” que valoriza não só os interesses económicos daqueles países, como a localização geoestratégica militar da região (proximidade da fronteira da URSS), como ainda a localização geoestratéfica económica do país (onde passam os oleodutos e gasodutos projectados como alternativa aos do Irão).

Seja como for a intervenção militar soviética vem “permitir” ou “desculpar” o reforço dos apoios internacionais dos “grupos rebeldes” e uma nova política de destabilização. O presidente Jimmy Carter (o mesmo que agora recebe Nobel da Paz) estabelece então a designada “Carter Doctrine” para o médio oriente – cuja linha de força considera que todo o movimento de um poder hostil para ganhar control do Golfo Pérsico será considerado "as an assault on the vital interests of the United States of America" e será rechaçado "by any means necessary, including military force". Para pôr em prática esta doutrina Carter autoriza o lançamento de operações secretas (as famosas “covert operations”) para destabilizar o regime Afegão. Zbigniew Brzezinsky assessor de segurança nacional de Carter apercebe-se do carácter religioso extremista de alguns dos grupos que haviam tentado o golpe militar, sobretudo do seu ódio aos ateus. É assim encetada a mais macabra aliança entre políticos ocidentais e grupos religiosos islâmicos ditos “fundamentalistas”. Impulsionam-se as organizações afegãs mais radicais contra os ateus do “Império do Mal” que naquela altura eram os, afinal, pobres e depauperados soviéticos da “Perestroika”. Mas o apoio não é meramente político, pois já sob a presidência de Reagan se dá a criação em 1983 da “Aliança Islâmica do Mujahedin Afegão (conhecida por IAAM em inglês), mas também financeiro, militar e ideológico. Os parceiros políticos dos americanos são, o Paquistão, então governado pelo general golpista Mohammad Zia ul-Hag, a Arábia Saudita governada pela família real nababesca, a França que apoia sobretudo os grupos do nordeste chefiados por Mossad e o Egipto. Curiosamente, o grupo de Mossad, apoiado pelos franceses, é o mais moderado de todos e será posteriormente expulso da aliança Taliban.

Americanos, egípcios, sauditas e paquistaneses unem esforços para a criação de campos de treino e milhares de afegãos e paquistaneses são atraídos para aqueles campos de treino dos guerrilheiros anti-soviéticos, com promessas milenares religiosas extremistas, baseadas no esforço da famosa “Jihad”. Todos estes campos são dirigidos pelos serviços secretos do Paquistão (ISI). Apenas os grupos financiados pelos franceses ficam de fora. As doações dos príncipes sauditas, a par das de Bin Laden só são equiparadas às dos EUA e ascendem a um total de US$ 6 biliões. São esses fundos que permitem a formação, treino e armamento dos guerrilheiros Mujahedin que, conjugando-se com a situação económica, social e política interna da União Soviética, lhes permitirá vencer a guerra. Durante os anos desta Jihad, os famosos Mujahedin instalam o terror através de espectáculos em praça pública de decapitações ou simples ablações dos cabelos, orelhas ou membros, através das violações de mulheres, de apedrejamentos até à morte, de incêndios de escolas públicas laicas, de abate de aviões civis, tornando o terror vulgar, na guerra do Afeganistão. Os famosos “lutadores da liberdade” ou “rebeldes” como lhes chamava o Times e a imprensa ocidental mais alinhada, eram afinal simples bárbaros a transbordar de um obsceno ascetismo regressivo, com um já muito profundo desrespeito pelas mulheres e consequentemente pelo próprio corpo humano.

Bin Laden chega ao Afeganistão em 1980, conforme confirma a entrevista do repórter do The Nation, Robert Fisk, e é dos primeiros milionários a aderir à Jihad anti-soviética. Graças aos fundos financeiros investidos depressa se torna, o dirigente dos “voluntários” do Afeganistão, sendo responsável directo pela criação da IAAM. Já nessa altura o “menino rico saudita” é um verdadeiro terrorista, mas ainda “um bom terrorista”.

Só nove anos depois, se dá o colapso do governo pró-soviético do Afeganistão (1989), altura em que os “voluntários” regressam aos seus países, deixando os Mujahedin no poder e passando a ser conhecidos nos países de origem como os “afegãos”, sinónimo de guerreiros marcados pela intolerância e pelo desprezo da vida humana. Alguns destes “voluntários” são enviados para os EUA e para países ocidentais, afim de receberem estudos superiores e com a finalidade de regressarem ao Afeganistão para preencherem a total ausência de quadros técnicos superiores (todos mortos ou em fuga). O financiamento dos estudos destes elementos e grupos é assegurado pelo ocidente e pelos EUA e não por Bin Laden. Eles são a futura elite técnica Afegã, Saudita, Egipcia, etc. e o facto de terem sido financiados pelos países do mundo ocidental asseguraria a sua confiança.

Bin Laden regressa à Arábia Saudita, purificado pela matança Mujahedin, para aí verificar com “os olhos do guerreiro” a submissão da dinastia saudita e do governo egípcio aos interesses militares e económicos americanos.

Com a invasão do Kuwait no verão de 1991 pelo Iraque, Reagen vê a oportunidade de “matar dois coelhos com uma cajadada”, se por um lado, acede ao pedido de auxílio dos aliados kuwaitianos, por outro, solicita a utilização de bases americanas na Arábia Saudita. O Secretário da Defesa Dick Cheney vai a Riyadh, persuadir a família real saudita da necessidade de uso das suas bases militares pela aviação e forças terrestres americanas, abanando o fantasma iraquiano e a segurança nacional.

A oposição de Bin Laden e dos seus “voluntários” inicia-se aqui, mas a ideia de uma permanência apenas temporária, as multiplas conivências do passado e o ateismo do estado Iraquiano, arrefecem os animos. Não haja ilusões, a desconfiança de Bin Laden em relação aos seus cúmplices americanos nasce, não porque o Iraque não mereça a guerra, mas porque a dependência militar externa e interna saudita é já preocupante. Basta lembrar que desde 1981 a doutrina Carter havia recebido de Reagan uma adenda, na qual se dizia que a Arábia Saudita não seria o Irão, referindo-se directamente a um controle interna daquele país muito mais apertado.

Mas quando já em 1991 os EUA desdizem o que haviam prometido, a retirada total das suas tropas da Arábia Saudita após a Guerra do Golfo (Operation Desert Storm), sob a desculpa da criação da zona aérea interdita, que alegadamente visava impedir os ataques iraquianos dos rebeldes Shiitas, na área de Basra e uma nova invasão do Kuwait pelo Iraque, Bin laden vendo a intenção imperial americana, de estabilização e alargamento das suas bases militares na Arábia Sauditana serve-se da Sharia (lei islâmica que interdita o solo da terra sagrada – Medina e Meca – aos infiéis), do infindável conflicto israelo-palestiniano e da infindável mortandade de populações civis iraquianas, como desculpa para uma tomada de posição mais popular.

A intolerância dos fundamentalistas, tão bem alimentada vira-se então contra aqueles que a alimentaram. Durante três anos, até 1994, Bin Laden mantêm-se na sua terra natal, mas perante um poder que obedece mais aos interesses económicos e geoestratégicos americanos do que árabes, Bin Laden acaba por ser expulso. A expulsão de Bin Laden da Arábia Saudita, prende-se sobretudo com o primeiro atentado ao World Trade Center em 1993 (de que se duvida que tenha tido conhecimento, mas que se sabe ter apoiado a posteriori) e com o incómodo político que provoca nos seus poderosos compatriotas mais cínicos e mais “políticos” e não com razões de fundo ideológicas, pois lembremos que Bin Laden priva com o próprio rei Fahd (grande aliado dos norte-americanos) chegando mesmo a fazer parte do Conselho Consultivo Real. Assim é a politiquice e os interesses económicos e diplomáticos que o expulsam da Arábia Saudita e não nenhuma razão profunda de divergência em relação ao imaginário subjacente às suas ideias. Bin Laden não é um apoiante do poder popular, nem nada que se pareça.

No entanto há uma ideia extremamente desagradável aos EUA, a da apropriação efectiva dos famosos poços de petróleo sauditas (um quarto da produção mundial de crude). O que explica a pressão americana sobre o governo saudita, no sentido de uma expulsão daquele que vinha criando uma certa inimizade e que poderia por em risco uma aliança americo-saudita que como nota Michael T. Klare (“Geopolitics of War” in The Nation) já vinha do fim da segunda guerra mundial (entre o presidente Roosevelt e o Rei Abd al-Aziz Ibn Saud).

O atentado ao quartel-general da SANG em 1995 no Riyadh, é provávelmente a resposta à sua expulsão do país e insere-se na política de terrorismo contra a presença de forças militares na Arábia Saudita. É desta altura a agregação dos “voluntários” numa organização paramilitar designada Al-queda. Presume-se que existe uma unificação de redes pois o atentado que resulta na morte de Anwar Sadat no Egipto data de 1981 e o já referido primeiro atentado ao WTC de 1993, pressupondo a existência de uma outra rede mais radical em funcionamento.

Somente em 1996, Bin Laden declara a Jihad contra a presença norte americana na sua terra natal, altura em que se dá o atentado nas Khobar Towers perto de Dhahran.

Os actos terroristas contra a presença americana são conhecidos, refiro-me ás bombas nas embaixadas americanas do Kenya e da Tanzania em 1998, aliado ao enfraquecimento da organização Al-Ittihad al-Islamya na Somália, à divisão da Frente Nacional Islâmica do Sudão (que levará ao posterior estabelecimento em Cartum de um gabinete dos serviços antiterroristas americanos e a um realinhamento face aos interesses americanos), valem-lhe a expulsão do Sudão. É nessa altura que Bin Laden regressa ao Afeganistão e é provávelmente daqui que sai o atentado mais recente ao USS Cole.

Entretanto os grupos dos “voluntários” no ocidente e nos EUA mantêm estreitos laços com os serviços secretos americanos, assegurando-lhes o alinhamento com as posições ocidentais e separando-se assim das posições extremistas de Bin Laden face aos americanos. Todos os elementos se deslocam livremente no espaço ocidental, não porque tenham entrado nesses países clandestinamente, como querem os ingénuos, mas simplesmente porque eles são perfeitamente conhecidos pelos serviços secretos americanos e europeus (a prova mais óbvia são as fotos tipo passe que aparecem na comunicação social mundial e que revelam bem o seu registo estatal). Os contactos com Bin Laden são muito escassos e escapam aos serviços secretos americanos, mas os contactos destes grupos entre si são intensos. A CIA estava confiante na capacidade educativa ocidental e na assimilação dos valores ocidentais por parte daqueles elementos, foi esse o seu erro. É que, após ter alimentado o fervor religioso dos Mujahedin durante a guerra contra o “Império do Mal” soviético, esperou que a estadia destes elementos no ocidente os tivesse integrado, esquecendo as múltiplas xenofobias ocidentais e a consolidação da presença americana na região, que alimentou constantemente o íntimo separatista dos “voluntários”.

O 11 de Setembro resulta assim, não de um esquizofrénico rico chamado Bin Laden, mas de todo o conjunto de acções autistas da política ocidental. Bin Laden não passa assim de um fantoche criado por interesses sauditas, paquistaneses e americanos.

A continuação e persistência na criação de uma imagem espectacular para consumo interno do ocidente, na figura ridícula de Bin Laden, só prolongam a mentira em que vivemos e o terrorismo que alimentamos. A única forma de lidar com o fenómeno de 11 de Setembro é enfrentar de uma vez por todas as culpas reais e ter a coragem de desmanchar este espectáculo cuja alimentação parece estar a servir mais o terror e as consequentes paranóias securitárias e belicistas do que a paz e o real desenvolvimento dos povos. É que, se assim não fizermos, todas as vítimas do terrorismo são realmente desrespeitadas (morreram simplesmente para alimentar o espectáculo terrorista do “político”).
Ora digam lá se com exemplos destes (sim porque tudo o que vem da america parece ser uma "doutrina" a seguir) ainda se surpreendem com as atitudes da junventude ? e não só da nossa proficua geração como das seguintes ?, admira-me é que alguém ainda ligue á politica neste país que parece ...
Venha quem vier (sejam os blocos da moda, sejam os ps do passado) é tudo igual meus amigos ... vamos continuar entregues aos bichos ...
Até já que eu já venho ...





MR_Z
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(mailto:nncvvcb@xbn.pt)


De Anónimo a 11 de Fevereiro de 2005 às 16:01
Infelizmente a presença dos politicos e a sua postura não permite atrair os jovens.Para falarmos de Homossexualidade ou de Falcon´s abrimos um livro da Mafalda ou vimos um filme do Monty Pinton.os politicas não deverima fazer comedia,mas sim politica...em vez de falar de quantos metros tem uma pista de aterragem,deviam falar de como combater o desemprego.
Acredito que o Bloco pode mudar a politica em Portugal.Abraços.Carlos Martins
(http://www.tironaescuridao.blogspot.com)
(mailto:ccm1976@yahoo.com)


De Anónimo a 10 de Fevereiro de 2005 às 12:58
Concordo plenamente contigo, amigo. Por mais orgulho que tenha na minha geração, não consigo entender esta apatia em relação à política e ao direito ao voto, que no tempo dos nossos pais era apenas um sonho. Acho que a liberdade de expressão que o 25 de Abril nos deixou de herança, sempre foi para nós tida como garantida, e como tal não achamos que seja necessário preservá-la. Sinceramente acho que a nossa geração já não vai a tempo de mudar esta atitude.Silvia
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(mailto:sss@netvisao.pt)


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