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Terça-feira, 20 de Setembro de 2005
Manifestação sim...Greve é que não!!!
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Já estou fartinho desta conversa dos militares que se querem manifestar. Eu por mim já os tinha autorizado a fazer as suas manifestações de que tanto anseiam. Impunha-lhes só uma condição: fazem a manifestação mas é no quartel. Talvez assim a manifestação ficasse reduzida a cerca de 20% do efectivo militar.
Mas falando um pouco mais a sério até acho que aos homens assiste alguma razão. É, para mim, inconcebível que um militar se reforme aos 65 anos de idade. Por acaso, alguém no seu perfeito juízo, acha que um homem com mais de 60 anos consegue beber copos e jogar snooker dias inteiros. Não consegue, pois claro. Quanto muito uma cartada!!!
Eu acho é que se lhes devia consagrar o direito à greve, isso é que os tramava. Queres protestar? Faz greve. E como é que um militar faz greve? Essa é que eu gostava de ver. Se a greve pressupõe uma abstenção, voluntária e legal, da prestação de trabalho, então como seria uma greve militar? Eles pouco lá vão, e quando vão não fazem puto.
Há certas profissões que exigem uma dedicação, uma predisposição, um amor especial. Quem quer ganhar dinheiro não vai para militar. Vai para servir o País e defender a Pátria. Ou pelo menos assim pensava eu.
Afinal estas coisas das reformas só são boas quando tocam aos outros...

Dedicado ao Thor.


publicado por tonymorgadinho às 14:55
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6 comentários:
De Anónimo a 26 de Setembro de 2005 às 08:54
LEVADOS AO COLO... e a saga continua: BRUNO PAIXÃO
Continua o mal amado dos portistas. Ontem ninguém lhe perdoou um pequeno erro, mas fecharam os olhos quando ele não sancionou o segundo golo em fora-de-jogo... (in a Bola); No momento em que McCarthy, de calcanhar, endossa a bola para Jorginho este encontrava-se adiantado em relação ao penúltimo defesa. Admite-se que no campo o assistente tivesse alguma dificuldade e, na dúvida, porque a instrução da FIFA não foi alterada, atribuísse o benefício da dúvida ao avançado. Pelo que vimos na TV somos nós os beneficiados e temos de dizer que havia fora-de-jogo (in o Jogo); Jorginho está em posição irregular quando a bola lhe é passada. Havia lugar à marcação de um fora-de-jogo pelo arbitro assistente, o que não aconteceu. Ao não ter dado sinal ao árbitro contribuiu para um golo irregular. (in O Jogo); O avançado do FC Porto parte de posição regular, mas no momento do passe de McCarthy está adiantado, pelo que devia ter sido assinalado fora-de-jogo (in O Jogo);
kappa
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(mailto:a@iol.pt)


De Anónimo a 23 de Setembro de 2005 às 11:28
Com um tema destes, o que é que se pode comentar? VIVA A 1ª COMPANHA.Taliscas
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(mailto:Taliscas@sapo.pt)


De Anónimo a 21 de Setembro de 2005 às 13:02
Acho que o cerne da questão não é o direito ou não á greve, mas sim o gorar de expectativas reais que existiam quando do ingresso dos profissionais na função que desempenham, ou seja no 1º dia de trabalho quando assinaram contrato foi-lhes criada uma expectativa de que teriam a reforma aos x anos e teriam uma progressão na carreira com base em x, e a sua vida futura é "feita" com base nesse pressuposto, o que é inconcebivel é mudar as regras quando lhes apetece, é a mesma coisa que a meio de um jogo de futebol o arbitro dizer "a partir de agora já são válidos os golos em fora de jogo", isto quando na primeira parte tinha invalido 2 a uma equipa, isto meus amigos é inconcebivel, próprio de uma ditadura de 3º mundo. Quanto ao direito á greve os meus amigos não podem "meter" os profissionais de saúde no mesmo saco dos outros, até porque a maioria quando faz greve, faz greve de zelo, por uma razão muito simples é que estamos a falar de pessoas humanas e não de papeis ou automoveis. E além disso á muitas formas de mostrar a nossa indignação em relação a algo que achamos não estar correcto, no entanto para mim há uma grande diferença, concordo plenamente que se faça "sacrificios" quando é necessário, todos nós em determinada altura da nossa vida já os fizemos, já deixamos de comprar aquele CD porque não podiamos, já deixamos de ir jantar com os amigos porque o orçamento não o permitia, o que eu não aceito é os "sacrificios" feitos só por alguns, nesse aspecto meus amigos gostaria que os politicos me explicassem o sentido da palavra democracia.Kamarada
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(mailto:mn@nm.pt)


De Anónimo a 21 de Setembro de 2005 às 12:37
No que diz respeito ao tema de capa, não deixa de ser um pouco caricato proibir àqueles que, em ultima instancia, têm a função de manter o respeito e o funcionamento das demais instituições que sustentam o Estado de Direito, um dos direitos fundamentais de cidadania, ou seja, o direito a se manifestar ordeiramente contra qualquer tipo de opressão. É verdade que a qualidade de militar distingue-se das demais, mas e de médico? de Juiz? também não se distinguem das demais? No entanto não lhes é vedado o direito de participar em qualquer tipo de manifestação legal. Por principio, considero que o direito à indignação, é um direito inalianável e inderrogável por quem quer que seja. Resta lembrar que foi este tipo de medidas e imposições que sustentaram grande parte das Ditaduras que temos conhecimento.
Veja-se o que se passa num determinado clube de bairro nortenho. PS.- Linguer, mesmo assim prefiro os teus artigos a essas ideias de merda... se mexeres o cu ao Domingo talvez ganhes mais uns joguinos e percas a vontade dessas cenas abichanadas. kappa
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(mailto:a@iol.pt)


De Anónimo a 21 de Setembro de 2005 às 00:36
ó linger tu nem correr 10mts consegues quando é para jogar á bola o que é que queres ir fazer para a maratona???? Quanto ás greves também há mto boa gente que faz greves sem trabalhar pq que os militares não o podem fazer não é amigo Kamarada??? Mas vamos falar de coisas sérias quando é que à bola? Outra coisa sim sou eu estou de volta e espero que desta vez seja para ficar um abraço a todos.wolf
(http://...)
(mailto:123@123.pt)


De Anónimo a 20 de Setembro de 2005 às 16:33
A Toda a gente assiste o direito á greve,resta-nos a nós apoiar ou partilhar ou não essa ideia.Se o Governo tirasse partido efectivamente na nossa força militar para incendios ou para o combate á criminalidade era bem mais proveitoso para todos nós.
Se eles não fazem nada é porque não lhes dão nada para eles fazerem...penso eu.

Agora tenho uma grande ideia para o Proximo Domingo: e que se fossemos todos correr na Mini-Maratona de Lisboa?Penso que era uma boa ideia.

Agora fico a espera das "aves" agoirentas digam disparates.Força!Linger
(http://www.tironaescuridao.blogspot.com)
(mailto:ccm1976@yahoo.com)


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